Navegador Música

Arquivo de janeiro, 2013




31 jan / 2013

Rádio Transmineral, em Lambari.

Acabamos de passar por Lambari, outra cidadezinha linda do Circuito das Águas. Visitamos a Transmineral FM e aproveitamos para tirar algumas fotos do Adriano, coordenador, e Wenei.

 

 

Wenei está seguindo os passos do pai. Filho de Adriano, Wenei é programador da rádio Transmineral.

 

 

No último Dial na Web, que teve como tema o Sul de Minas, falamos sobre a cidade de Campanha. Ela foi a primeira cidade da região e, portanto, a mais antiga. Campanha é marcada belos casarões históricos, pousadas aconchegantes e alguns restaurantes interessantes. E, claro, lá também tem emissora de rádio!

31 jan / 2013

Continuando nossa viagem de divulgação pelo Sul de Minas, passamos essa manhã por Caxambu, uma pequena cidade que fica no Circuito das Águas, próximo a São Lourenço. Lindo lugar, por sinal. O objetivo era visitar a rádio Circuito das Águas FM, coordenada pelo nosso amigo e parceiro Beto.

 

Beto, da rádio Circuito das Águas FM

A rádio agora está com uma novidade: os ouvintes agora podem participar das promoções via SMS. O sistema, adepto ao conceito de mobilidade, facilita a participação dos interessados. Tecnologia a favor da comunicação e da integração entre público e emissoras!

 

Noel e Beth, locutores da emissora.

Clique aqui e conheça mais a rádio.

31 jan / 2013

31 jan / 2013

30 jan / 2013

Utilidade pública! Para nós, mulheres, que estamos constantemente querendo emagrecer, essa notícia -sem trocadilhos – soa como música aos ouvidos. A notícia licada na Revista W Run, por Patrícia Orlando. Confira.

Fazer a refeição num espaço aconchegante, é claro, deixa tudo muito mais gostoso – ainda mais quando está tocando a sua música preferida. Mas isso não é tudo. Em recente estudo publicado pelo jornal Psychological Reports, pesquisadores descobriram que, nessas condições, você consome cerca de 175 calorias a menos.

Os estudiosos fizeram modificações em restaurantes fast-food – colocaram luzes de led e músicas calmas. “As pessoas não mudaram os pedidos, mas comeram menos”, explica o líder da pesquisa Brian Wansink. Antes, a média de calorias ingeridas era de 949; depois, passou para 775. A explicação para o resultado? Um ambiente agradável pode aumentar a satisfação e diminuir a vontade de comer. Portanto, não custa nada colocar uma música relaxante quando for realizar suas refeições… Não é mesmo?

 

Link origianal: http://wrun.terra.com.br/integra.php?id=1086

 

Leia também: Música deixa a comida mais gostosa


30 jan / 2013

Por: Thais Wadhy

 

Publicado em 29/01 às 13:59hs. Atualizado em 30/1.

 

A matéria de destaque de todas as páginas de notícias das regiões sul e sudeste do Brasil é a mesma: a tragédia de Santa Maria, os envolvidos, os erros, os presos, o sofrimento das famílias, a vida que cada um daqueles jovens ainda tinha pela frente. Claro que um acontecimento como esse choca a nossa sociedade, assim como tudo aquilo que é inesperado, interrompido de forma brutal. Mas arrisco a dizer que há certo sensacionalismo da mídia, exaltando os fatos que contribuem para maior visibilidade de seus sites: querem se vender.

Pra piorar, o FaceBook virou palco de atos bizarros. Primeiramente, pessoas publicando as lamentáveis fotos de corpos estendidos no chão; agora, começam a ser compartilhados os posts e comentários grotescos de “espíritos de porco” que, pelo Brasil afora, fazem piadas de mal gosto com o sofrimento alheio. Agora, militantes virtuais que aproveitam a deixa para reclamar das tantas mortes pelo Brasil afora, de índios, negros, miseráveis…. que não tem toda essa repercussão na mídia. Sem contar os religiosos sem um pingo de bom senso que têm dito por aí que tudo não passou de uma punição para aqueles que se divertem ao invés de rezar – queimaram no fogo do inferno. Triste ler tudo isso.

Hei de concordar com Martha Medeiros. Pessoas de bom senso são espécies em extinção. O fato é: aconteceu uma tragédia, ela merece ser discutida pela sociedade, não com enfoque grosseiro ou sensacionalista, mas com enfoque responsável e construtivo: e agora, José?

A verdade é que o ocorrido traz à tona uma discussão importante para quem trabalha no mercado de entretenimento, com produção de eventos, shows ou montagem de estruturas: até quando a economia e o lucro serão mais importantes que a vida e a integridade física do público?

Há anos trabalho com produção de eventos. Não é fácil para quem quer sobreviver nesse mercado: são muitas taxas a serem pagas, como taxa de incêndio,  alvarás, ART’s, projeto dos bombeiros (que incluem saídas de emergência), entre outras. Mesmo em casas noturnas, inúmeros são os gastos para liberação do espaço, e a estrutura precisa ser pensada de forma a garantir a segurança.

Nas grandes cidades, a fiscalização é mais intensa e acaba sendo mais difícil “burlar” as regras. Ainda bem, posso dizer. Mas há protestos por parte dos produtores, que acabam por pagar  preço: os custos do evento aumentam muito e, assim, mais ingressos precisam ser vendidos (a um preço mais elevado) para não correr o risco de levar prejuízo. Ainda assim, muitas vezes é o que acontece: a receita não consegue superar os custos e os produtores pagam o pato. Mas é o risco do negócio: pode-se ganhar muito dinheiro também se o evento for um sucesso.

A verdade é que não se pode colocar em risco a vida das pessoas como forma de garantir o lucro. Diminuir custos deixando de pagar taxas ou projetos de incêndio é economia porca, à base de sacrifícios humanos e elevados custos de cunho ético e moral. O mesmo vale para o aumento abusivo da receita com base na superlotação do local – que dá no mesmo. A saída não é essa.

“Qual a saída?”, vocês podem me perguntar. Não há fórmula para o sucesso, e eventos são sempre incertos, mas arrisco dizer: é preciso pensar e projetar eventos sustentáveis e inovadores, capazes de cativar o público.  Eventos com conteúdo. E, principalmente: parcerias. Todos saem ganhando. Unir forças é a melhor maneira para sobreviver num mercado altamente competitivo e de tantas incertezas. Não conseguiu as parcerias e patrocínios que gostaria? Não conseguiu pensar num projeto sustentável? Então não faça o evento “a qualquer custo”. Ele pode ser caro demais, a exemplo de Santa Maria.

 

Em BH, algumas casas noturnas já estão tomando fazendo reformas e se ajustando às normas de segurança. Veja: http://www.bhaz.com.br/boates-de-bh-fecham-para-reformas-e-divulgam-comunicados-apos-tragedia-no-sul-do-pais/

 

30 jan / 2013

Passamos por Ouro Fino agora. Olha só o Rodolfo, da rádio Difusora!

 

30 jan / 2013

Naldo esteve em BH no último dia 26, no Chevrolet Hall. Casa lotada, e a galera foi ao delírio nos momentos de climax do show, quando o carioca canta os hits Amor de Chocolate, Exagerado ou Chantilly.

Marco Aurélio Canonico escreveu para a Folha de São Paulo sobre o sucesso do cantor. Confira.

 

Sentado na cama montada no andar inferior do ônibus leito que acabou de comprar, Ronaldo Jorge Silva, o Naldo, explica que “a van não estava dando mais”. “Era apertada e desconfortável para ir de um show a outro”, diz o cantor, que acabara de chegar de Salvador, rumava a São Gonçalo (RJ) e, de lá, iria a São Paulo e Brasília.

Claramente, este carioca de 33 anos ficou grande demais para uma van. Ele é “o cara” deste verão, graças ao sucesso de canções dançantes como “Amor de Chocolate” e “Exagerado”, com letras que, segundo ele, “falam de amor de uma forma mais quente, mas não vulgar”.

 

 

Naldo está em todo lugar: nas rádios para jovens, na trilha da novela das 21h, nas dancinhas que os jogadores fazem para comemorar gols, imitando suas coreografias, no “Big Brother Brasil”, no show de aniversário de São Paulo e em centenas de outros em boates e festivais.

No próximo sábado, estará de volta à capital paulista para mostrar seu show completo, o “Na Veia Tour”, com cenário high-tech, figurinos iluminados (literalmente) e coreografias variadas.

É um espetáculo no qual vem trabalhando desde 2011 com sucesso crescente, partindo da classe C rumo à elite. “Ele é uma versão ‘sertanejo universitário’ do funk”, diz o produtor Carlos Eduardo Miranda. “É um guri carismático e que trabalha sério.”


HÍBRIDO

“Ele inventou um híbrido de funk com beats da house”, diz o antropólogo Hermano Vianna, citando explicação que ouviu de outro artista popular, Leandro Sapucahy. “Por isso tem grande penetração em pistas que não tocam funk e grande aceitação por públicos que não gostam de funk”, diz Vianna.

De fato, Naldo chegou à classe A. Só na noite do último Réveillon, tocou em três festas caras no Rio, em lugares como a Sociedade Hípica e o hotel Intercontinental; no Carnaval, estará no camarote mais badalado da Sapucaí. E três músicas suas, além do álbum “Na Veia Tour”, aparecem entre os mais vendidos do iTunes Brasil.

Seu cachê acompanhou o movimento: quadruplicou de um ano para cá. Hoje, está por volta dos R$ 120 mil, dependendo do tipo de show.

Quarto filho de uma família de oito, Naldo nasceu e foi criado no complexo de favelas da Maré, no Rio. Evangélico como os pais e irmãos, começou a cantar aos sete anos, no coral infantil da igreja. Graças à influência de uma irmã mais velha, cresceu ouvindo “Michael Jackson, RPM, Tim Maia, Menudos”.  A influência do ambiente o levou ao funk, em dupla com o irmão Jorge Luiz da Silva, quatro anos mais novo.

A dupla Naldo e Lula começou a se destacar em 2005, graças ao sucesso de “Tá Surdo”, que entrou em coletânea organizada pelo DJ Marlboro, com 600 mil cópias vendidas, e gerou um clipe e convites para programas de TV. A ascensão foi interrompida pelo assassinato de Lula em 2009, um crime mal explicado (o corpo foi encontrado carbonizado) e sobre o qual Naldo prefere não se estender.

Após um período de luto, decidiu continuar o próximo projeto que tinha em mente com o irmão, o CD “Na Veia”, lançado de forma independente em 2009. Foi ele que deu origem ao fenômeno. “Muita gente está me conhecendo, mas não conhece minha história de 13 anos na música, tudo que já vivi”, diz. “Eu vou trabalhar para que isso se mantenha, mas é claro que as coisas mudam. Depois dessa grande exposição, tudo depende da maneira como você trabalha.”

 

Palmas para o nosso fenômeno pop! Tivemos a chance de conhecê-lo pessoalmente (a Navegador Música é responsável pela divulgação do trabalho dele nas rádios de Minas Gerais): não perde a alegria e nem a humildade. Cheio de garra e energia, leva o trabalho com responsabilidade e seriedade, ainda que tenha um senso de humor incrível.

 

 

O show de Naldo é realmente vibrante, um espetáculo. Com músicas sensuais e dançantes, não dá para ficar parado. De fato, “a gente sente um calor…” como diz uma  grande amiga.

 

Show em BH, no ano passado.

Naldo está alçando vôos altos, mas não tira os pés do chão. Cuida da carreira, da imagem e tem o maior carinho pelos fãs. Já contei uma história aqui no blog: na ocasião do show acima, que aconteceu em BH, fui levar esse carioca marrento para fazer uma entrevista ao vivo na BH FM, rádio promotora oficial da festa. No caminho, uma fã viu ele dentro do carro e começou a gritar, dizendo que amava ele. Mas não era um fã comum: ela estava de vestido de noiva, provavelmente a caminho da cerimônia. Naldo pediu para o motorista parar o carro. A noiva também parou, e o resultado foi um grande presente de casamento!

 

É ou não é pra apaixonar?

 

 

30 jan / 2013

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29 jan / 2013

Quem disse que moda não é coisa para emissora de rádio?

A Paranaíba FM está marcando presença na 4a. FEIRAMODA, evento que acontece em Uberlândia, Triângulo Mineiro. Expositores de todo o país lançam novidades da coleção Outono-Inverno 2013 no Center Convention, de 29 a 21 de janeiro. A promoção é da rádio.

No estilo retrô (como escreveu Marthe Medeiros: ultramoderno), o fusca-balcão da Paranaíba promete ser sucesso. Tudo a ver com o ambiente! Confira as fotos:

 

Agenda
Aniversários do mês
  • Sérgio Wagner da Transamérica, Montes Claros
    03/11
  • Elson Faber da Nova FM, Divinópolis
    04/11
  • Marrone, da dupla Bruno & Marrone
    09/11
  • Ivanessa da 104FM, Bocaiúva
    15/11
  • Carlos Ball da 87FM, Três Marias
    18/11
  • Elder Black da Portal FM, Itabira
    20/11
  • Fúlvio da Clube FM, Itaúna
    22/11
  • Cidão da Cidade FM, Nova Porteirinha
    23/11
  • Washington da Ativa FM, Bom Despacho
    25/11
  • André da Itatiaia, Montes Claros
    28/11
  • André da Itatiaia, Montes Claros
    28/11
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