Navegador Música

Arquivo de novembro, 2012




28 nov / 2012

 

 

O rádio tem procurado se reinventar para continuar sendo um dos mais poderosos canais de vendas de música do Brasil, mas esse título está ameaçado. Cada vez mais, esse meio de comunicação perde forças para a internet, principalmente quando avaliadas as estatísticas das regiões sul e sudeste – onde o acesso à internet é maior. Segmentação também tem interferido nos números, mas – de maneira geral – o rádio agora divide seu poder com o mundo on line.

Muitas vezes uma música é bem executada nas rádios, tem uma boa receptividade do público, mas não gera um alto volume de vendas para o produto. Inclusive, algumas gravadoras já acreditam no investimento de mídias de nicho, com oferta e público mais segmentado, estratégia utilizada pelas indies (selos independentes ou pequenas gravadoras/produtoras) com sucesso.

Uma pesquisa realizada em Feira de Santana há poucos anos revelou que 60,7% dos entrevistados ouvem um CD por no máximo 60 dias antes de trocá-lo por outro, sendo que 49,5% não ultrapassam o período de 30 dias. Se tantas pessoas percebem a música de forma tão efêmera, é justificável que o preço cobrado atualmente seja considerado tão caro por eles. Vê-se que o investimento de cerca de R$ 28,00 é grande para um consumidor que vai desfrutar do produto por apenas 30 dias. A velocidade das informações e a quantidade excessiva de artistas podem também contribuir para esse processo. Essa constatação abre um leque para várias questões: como diminuir os gastos com marketing para cada produto? Como analisar o público-alvo e definir estratégias para atingi-lo? Como competir com a pirataria – que é a alternativa utilizada pelo público para gastar menos com CD’s e DVD’s?

Mesmo que as grandes gravadoras já tenham se questionado sobre esses assuntos e percebido a necessidade de se fazer um trabalho mais aprofundado de pesquisa e planejamento, ainda é para o marketing de massa que vai a maior parte de seus investimentos. Asmajors têm seu negócio baseado em celebridades nacionais extra setoriais, ao contrário das indies que, com a segmentação, formam celebridades regionais ou nacionais setoriais.  A grande maioria dos artistas de uma major aparece em todos os programas de TV em todas as emissoras, negocia contratos para execução musical em grande parte das capitais do Brasil.

Não há pesquisa: o público-alvo de cada artista é determinado, por exemplo, pelo feeling dos responsáveis pelo marketing. Segundo um executivo do setor, a indústria fonográfica é uma das poucas que não conhece o consumidor. Cria-se o produto e o coloca na rua, e “acha-se” que quem consome [cita um artista da empresa] tem entre 10 e 14 anos, que o fã do [cita outro artista da empresa] é gay… e trabalha-se desta forma, com “achismos”. As empresas acreditam que o custo x benefício das pesquisas de mercado não recompensa o grande risco vivido pelo mercado. É um setor muito primário nas questões mercadológicas: já que o risco é alto a cada lançamento, a pesquisa seria uma das melhores ferramentas para diminuí-lo; no entanto, as gravadoras preferem gastar o dinheiro com o lançamento do produto e viver da loteria do acerto/erro.

Uma pesquisa, além de resultados para o lançamento específico, gera dados sobre os consumidores que podem ser utilizados no futuro. Por meio de pesquisas como esta, tem-se um panorama não só do mercado como um todo, mas da visão dos consumidores sobre os produtos que se deseja vender. Compreender como os estes se comportam é de extrema importância, como já dito, para essa indústria que sofre com tantos riscos.

 

Vendas e pirataria

 


Faz-se importante perceber que a era do milhão já não existe mais. A concorrência com a pirataria é feroz e, mais do que esforços para combatê-la, precisa-se saber mais por que os consumidores a preferem, principalmente os que têm renda suficiente para não aderir a ela. Este é apenas um começo. O comportamento do consumidor de CD’s é muito pouco estudado e trata-se de um tema que necessita ser mais explorado, visando estabelecer ações para o processo aqui, inicialmente descrito, seja o mote para uma pesquisa mais ampla e vertical.

Se o crescimento da pirataria desencadeou um processo de reestruturação da indústria fonográfica, novas estratégias, formatos, e modelos precisam se formar. Os preceitos do marketing tradicional, assim como do marketing de alta visibilidade, vêm sendo mais bem utilizados pelo setor, que sempre foi guiado pelo feeling de seus stakeholders.

A história da música e do mercado fonográfico passa, agora, por um momento decisivo. Majors indies buscam a melhor forma de se comunicar não só com seu público, como com seus artistas, músicos, suas instituições e com o governo. A pirataria mostrou-lhes que os consumidores são as peças mais fortes desse processo, e não as gravadoras, como se pensava antigamente. É hora de repensar os modelos e abrir os horizontes para o retorno financeiro de maneira mais consciente e moderna.

Os consumidores assumiram posições de combate, principalmente contra os altos preços. As suas opiniões, agora mais ouvidas, ensinam muito sobre seus desejos e necessidades. Afinal, são esses os pilares do marketing.

 

Tem uma reportagem sobre o assunto aqui: http://www.portalsatc.com/site/interna.php?i_conteudo=12863&titulo=Superar+a+pirataria+e+investir+em+produtos+de+qualidade

28 nov / 2012

A Paranaíba FM (Uberlândia) bolou uma promoção pra deixar os ouvintes “doces igual caramelo”: sorteou 2 ouvintes pra darem uma volta no Camaro Amarelo com Munhoz & Mariano. Primeiro, rolou uma entrevista com a dupla no estúdio da emissora e, em seguida, elas percorreram o centro da cidade no carro na companhia dos sertanejos. Veja o resultado.

 

28 nov / 2012

 

Começou no dia 20 de novembro, em Belo Horizonte, a exposição “Viva Elis”, uma mostra que celebra a vida e trajetória de Elis Regina, uma das maiores estrelas da música brasileira.

Depois de passar por outras capitais, a exposição – que tem entrada gratuita – ocupa agora as galerias Genesco Murta e Arlinda Corrêa Lima, no Palácio das Artes, e vai até o dia 6 de janeiro. O material usado na exposição, tais como fotos, vídeos de apresentações, pôsteres, ingressos e muitos outros objetos que ajudam a recriar o universo de Elis, é parte do acervo da família, de veículos de imprensa e de fãs. Devido aos recursos de multimídia, em uma das salas é possível ouvir a sua voz.

 

 

 

28 nov / 2012

Luan Santana lançou ontem sua nova música de trabalho,  “Sogrão Caprichou”. Inédita, o canção tem letra divertida e melodia animada, saindo o pouco do estilo romântico e lento de seus últimos sucessos.

Confira:  “Sogrão Caprichou”.

27 nov / 2012

No dia 6/12 vai rolar a festa de aniversário da BH FM, umas das principais rádios da capital mineira. Paula Fernandes, Naldo e Alexandre Pires estão entre as atrações.  Acesse o site da rádio e saiba mais.

 

27 nov / 2012

 

INGRESSOS: Loja Online do Center Shopping.

27 nov / 2012
FONTE: Uai
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Uma das maiores cantoras brasileiras chega à BH. Maria Bethânia se apresenta no Palácio das Artes nos dias 07 e 08 de dezembro com o show “Carta de Amor”. O espetáculo traz as principais canções da carreira da artista e as músicas de seu mais recente álbum, “Oásis de Bethânia”, lançado em março desse ano.

O pianista e maestro mineiro, Wagner Tiso, será responsável pela direção musical. Ele orquestrará a banda formada pelos músicos Gabriel Improta (violão e guitarra), Paulo Dafilin (violão e viola), Jorge Helder (baixo), Pantico Rocha (bateria), Marcelo Costa (percussão) e Marcio Mallard (cello).

A venda de ingressos começa, simultaneamente, nas bilheterias e na internet, às 10h do dia 12 de novembro (segunda-feira).

27 nov / 2012
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Tom Jobim Plural, uma homenagem ao compositor Antonio Carlos Jobim, chega a Belo Horizonte, em apresentação única. O projeto enfoca “os elementos de caráter sinfônico e a temática ambiental presentes em sua obra, com ênfase em uma de suas principais fontes de inspiração: a natureza”.

O pianista a maestro Marcelo Bratke e a Camerata Brasil (orquestra profissionalizante de jovens músicos vindos de áreas de vulnerabilidade social) interpretam o repertório de obras de Tom Jobim. A turnê chega à capital mineira no próximo dia 18/11, no Sesc Palladium.

Idealizado pelo próprio Bratke e pela artista plástica Mariannita Luzzati, que assina também o filme/cenário do espetáculo, a turnê do projeto (que teve início em Itabira-MG, em julho deste ano) está visitando dez cidades de oito estados brasileiros, além de Londres e Nova Iorque.

27 nov / 2012

Depois de hiato de dois anos, Rick e Renner retomam parceria sertaneja com proposta romântica e prometem ‘atravessar’ fase do universitário com letras que exaltam o amor. Em um mês, clipe com a nova música foi assistindo mais de 900 mil vezes no Youtube…

 


Por: Emerson Campos

Fonte: Voz da Viola

 

O videoclipe começa. Em um cenário todo branco, Rick caminha lentamente, passa por uma guitarra e chega ao microfone para cantar “Dança Comigo”, música que divulgaria o penúltimo álbum do cantor ao lado de Renner (Happy End, de 2010), não fosse o fim da dupla poucas semanas após o lançamento do disco. A canção tem ínicio e, ainda no primeiro verso, revela o tom de reconciliação que norteia a narrativa romântica. Cantando, o sertanejo confessa: “tô sozinho, se quiser pode me acompanhar”. É a deixa para o retorno do ex-companheiro, dois anos depois do término da parceria. O segunda voz é recebido com um aceno positivo e antes mesmo do refrão os dois se unem na interpretação, oficializando o retorno.

Embora a letra da música cantada no clipe ilustre a história de recomeço entre marido e mulher separados, boa parte dela poderia ser destinada aos cantores, que também vivem um novo início. “Foi intencional”, admite Renner ao comentar a escolha de música. “Esse é o clima, nossa nova turnê se chamará Reencontro”, antecipa.

E o primeiro (re)encontro público entre Rick e Renner nesta nova fase aconteceu em São Paulo, este mês. A dupla voltou a dividir o palco em um pocket show na capital paulista para apresentar o novo disco, “Inacreditável o poder do amor”. Ontem (segunda-feira) foi a vez de BH, que recebeu os artistas na casa de shows Galopeira.

Faculdade para não repetir

Em entrevista ao Estado de Minas, Renner explicou o fim da parceria. “Houve desgate, não estavamos com o respaldo que queríamos da gravadora, aquilo foi alimentando problemas entre nós e coisas pequenas começaram a ficar pesadas demais, foi estranho”, resume o segunda voz. “É uma faculdade que fiz e não quero fazer outraz vez, mas garanto que aprendi que não dá para seguir um sem o outro. Agora contamos com uma estrutura diferenciada e queremos ser maiores”, completa.

Sertanejo universitário sem vez
Na retomada dos 25 anos de carreira, surge o desafio de competir em um mercado ”bagunçado” pelo sertanejo universitário, que tem sido alvo de críticas dos artistas que seguem a linha romântica, como Victor Chaves (Victor e Leo) e Zezé di Camargo. Para isso, o cantor conta que a aposta é manter a fórmula. “Rick e Renner não perderam a essência, vamos trazer letras bonitas, atuais da maneira que o mercado pede, mas românticas, como o Roberto Carlos faz. Queremos fazer músicas que vão ser lembradas na próxima década. Não é porque todos gravam ‘lê lê lê’ que também vamos gravar” conta Renner, que ainda alfineta: “essas canções [sertanejo universitário] fazem apologia ao álcool, aos relacionamentos sem vínculo, trazem histórias contra o amor. É preciso lembrar que a música, enquanto manifestação cultural, influencia o público, principalmente quando este é formado por jovens”.

Novo disco com músicas de Rick
O novo CD dos sertanejos, “Inacreditavel o poder do amor”, é formado basicamente pelo repertório que iria compor o segundo CD solo de Rick – durante os dois anos de separação, ele lançou o álbum “Pronto Pra Te Amar” (2011), enquanto seu parceiro gravou “Teu Sol” (2011) e “Renner 2012”. É o primeira voz, inclusive, quem assina 12 das 15 faixas presentes no trabalho. “São músicas que ele tinha prontas. Apostamos muito em “Dança Comigo”, mas pessoalmente gosto bastante de “Não tem nada a ver” e das mais animadas, como “Ai que gostoso”, que é um arrocha legal, bom para dançar e que não foge do nosso objetivo de fazer um show ao qual o pai vai querer levar a família”, finaliza Renner.

Confira no novo clipe de Rick e Renner.

27 nov / 2012

No fim de outubro, foi divulgada a canção de Natal “Christmas Song – Chestnuts Roasting on an Open Fire”, gravada por Paul McCartney. Agora, a música ganhou um vídeo com imagens da gravação do ex-beatle com a pianista Diana Krall. Clique aqui e confira.

McCartney, em entrevista à revista “NME”,  afirmou que “fazer ‘Chestnuts’ foi um pouco intimidante, porque quando você grava essas músicas antigas, há tantas boas versões delas –particularmente Nat King Cole, neste caso”. Entretanto, foi em frente e abraçou o projeto.  “(…) Pensei: quer saber, não vou nem ouvir, não vou ver quem gravou, não vou nem pensar em como vou cantá-la. Então gravamos em apenas uma tarde em Nova York. E estou muito satisfeito, porque não parece nenhuma versão de outra pessoa”.

Segundo site da Uol, a faixa pode ser encontrada em uma edição especial do álbum “Kisses on the Bottom”, “Complete Kisses”, que incluirá também um DVD de um show filmado no Capitol Studios, em Los Angeles, no início deste ano.

 

 

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